Demanda de passageiros cresceu em maio, diz Iata


O CEO da Iata, Alexandre de Juniac, disse também que deve haver um diálogo maior entre os reguladores e as empresas do setor

CEO da Iata, Alexandre de Juniac

A Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) anunciou os resultados gerais do tráfego de passageiros de maio de 2018, mostrando que a demanda (RPKs) subiu 6,1% em comparação com o mesmo mês em 2017. A capacidade subiu 5,9% e a taxa de carga aumentou 0,1 ponto percentual, atingindo 80,1%.

“Maio foi mais um mês sólido em termos de crescimento da demanda. Como já esperávamos, tivemos uma certa moderação, já que os custos crescentes das companhias aéreas estão reduzindo o incentivo para tarifas aéreas mais baixas. Em particular, os preços dos combustíveis da aviação devem aumentar quase 26% este ano em relação a 2017. Porém, o fator de carga recorde deste mês mostra que a demanda por conectividade aérea é forte”, disse Alexandre de Juniac, diretor geral e CEO da Iata.

Mercados internacionais – A demanda do tráfego internacional de passageiros subiu 5,8%, um aumento na comparação com a taxa de 4,6% obtida em abril. Todas as regiões registraram crescimento, a maior taxa foi das companhias aéreas da região Ásia-Pacífico. A capacidade total subiu 5,4% e o fator de carga subiu 0,3 ponto percentual, atingindo 78,7%.

Mercados domésticos – A demanda por viagens domésticas subiu 6,6% em maio na comparação com maio de 2017, liderada pelo crescimento na China e na Índia. Esse resultado ficou abaixo do crescimento de 8,6% em relação ao ano anterior registrado em abril, em grande parte devido ao crescimento moderado nos dois países, apesar do aumento de dois dígitos no tráfego dos dois países.

A Iata divulgou seu relatório econômico do primeiro semestre de 2018, mostrando as expectativas de lucro líquido de US$ 33,8 bilhões do setor. “Este é um desempenho sólido. Mas a nossa reserva para compensar impactos é de apenas US$ 7,76. Esse é o lucro médio por passageiro das companhias aéreas neste ano – uma margem líquida estreita de 4,1%. Além disso, existem ameaças no horizonte, incluindo o aumento de custos, o crescente sentimento protecionista e o risco de guerras comerciais, além das tensões geopolíticas. Os governos que reconhecerem a importância do setor tomarão medidas para garantir que a aviação seja economicamente sustentável. A aviação funciona melhor quando as fronteiras estão abertas ao comércio e às pessoas”, disse Alexandre de Juniac.

Fonte: Mercado & Eventos

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